Nos bastidores do JEC: o enxugamento que já começou

O Metrópoles, mesmo veículo de comunicação que transmitia os jogos da Série D, adquiriu os direitos da Copa Santa Catarina. O jogo do JEC, no próximo domingo, às 15h, no estádio do Sesi, diante do BEC, será transmitido pelo canal no Youtube. Foto Luiz Vieira | JEC

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Dudu Silva – @duduSilvaoficial
Banana – @nasondascombanana

Quem pensa que a temporada acabou no apito final, se engana. No Joinville, o jogo continua — só que agora é fora das quatro linhas. A diretoria iniciou um movimento silencioso, mas intenso, para redesenhar o elenco. A missão está nas mãos de Luciano Fidêncio, que, com o aval do CEO Felipe Ximenes e do presidente Dartanhan de Oliveira, tem batido na porta de vários atletas para conversar sobre o futuro.

A lista é pesada: Ryan, Vini Paulista, Carlos Alexandre, Guilherme Escuro, Yuri Mamute, Lucas de Sá, Léo Rigo, Júlio César, Ernandes, Danilo Belão e Naldo já ouviram a proposta. Alguns aceitaram sair antes do prazo, embolsando o acerto em duas parcelas. Outros decidiram permanecer até o último dia de contrato — e vão seguir treinando.
O movimento não é improviso. É uma clara estratégia para limpar a folha, abrir espaço e iniciar 2025 com um elenco mais ajustado ao planejamento da diretoria. Mas, atenção: nem todos estão com as malas na porta. Atletas com vínculos até dezembro ou até o Estadual de 2026 permanecem, formando a base para a próxima temporada.

Situação contratual do elenco

Até a Série D 2025: Bruno Pianissola, Danilo Belão, Ryan, Léo Rigo, Naldo, Carlos Alexandre, Ernandes, Vini Paulista, João Mafra, Guilherme Escuro, Zé Vitor, Júlio César, Marcos Brazion, Keké*, Douglas, Yuri Mamute.

Até o fim de 2025: Rodrigo Bazilio, Matielo, Yalle, Jean Carlos, Gabriel Chagas, Lucas de Sá, Yuri Souza.

Até o Catarinense 2026: Lucas Lopes, Guti, Alisson Taddei, Juliano, Juninho, Émerson, Da Silva.

Até o fim de 2026: Breno Santos, Kennedy, Porto.

  • Keké está em recuperação de cirurgia no tendão de Aquiles.

A mensagem é clara: o Joinville E.C. passa por um processo de ajustes profundos e decisões firmes. É melhor mexer no time quando a bola para, do que correr atrás do prejuízo quando ela volta a rolar.

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