Luciano Fidêncio (esq.) contabiliza 11 vitórias, 23 empates e 15 derrotas — um aproveitamento de apenas 38%.
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Dudu Silva – @duduSilvaoficial
Banana – @nasondascombanana
O futebol é feito de resultados, e os números não mentem. Em 49 jogos sob sua gestão, o executivo de futebol Luciano Fidêncio contabiliza 11 vitórias, 23 empates e 15 derrotas — um aproveitamento de apenas 38%. Para qualquer clube do mundo, esse índice já seria motivo de alerta e cobrança intensa, mas no Joinville E.C., a situação segue sendo acompanhada com certa complacência.
Se isso não bastasse, a rotatividade de atletas impressiona: 107 jogadores foram contratados durante sua gestão, e 83 já deixaram o clube. Em outras palavras, o clube praticamente reformula o elenco a cada temporada, ou até antes do final dela. Uma instabilidade que, em muitos times, seria impensável e questionaria diretamente a capacidade de quem gerencia o futebol.
A grande pergunta que fica é: será que ainda não é hora de refletir sobre a gestão de quem gerencia e contrata? É possível construir um projeto consistente com mudanças tão frequentes e aproveitamento abaixo de 40%? Os números, por si só, levantam sérias dúvidas sobre planejamento, visão de longo prazo e capacidade de formar um elenco competitivo.
Enquanto isso, a torcida acompanha, inquieta, esperando por sinais de organização e resultados concretos. Cada empate e derrota se transforma em questionamento: até que ponto é aceitável manter alguém responsável pelo futebol do clube com um histórico como este?
O leitor, então, fica com a palavra: os números de Fidêncio apontam para um trabalho eficiente ou é hora de repensar rumos, definir prioridades e buscar mudanças na gestão? No futebol, como na vida, os resultados sempre falam mais alto.















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