É cada vez mais polêmica a questão da possível construção do Porto Brasil Sul, na região do Sumidouro, próximo da praia do Forte, em São Francisco do Sul.
O projeto da Hacasa e de parceiros já passou por audiências públicas, reuniões com moradores. Foi contestado pela prefeitura, ganhou apoios entre políticos.
E em torno dele, do projeto bilionário, há um enorme embate. De um lado, os empresários, donos do vasto espaço, e seus investidores, e de outro, os ambientalistas e defensores do meio ambiente regional, que são contrários ao negócio porque um porto, lá, destruiria ampla fauna e flora locais.
A área é de preservação permanente.
Neste contexto de interesses divergências entre o capital e a cidadania, a discussão em torno do Porto Brasil Sul já se arrasta há vários anos.
No dia 22 de junho, o Ministério Público de Santa Catarina vai realizar, em Florianópolis, debate sobre o assunto.
O MPSC vai reunir especialistas e técnicos para falarem sobre aspectos ambientais e climáticos do projeto do PBS.
Eventual permissão para a construção do porto privado poderá afetar 105 hectares de vegetação nativa numa das regiões mais preservadas da Baia da Babitonga.

Os preços enlouqueceram
Em tempos de Copa do Mundo de Futebol, o varejo tenta capturar o dinheiro de potenciais clientes.
As camisas da seleção brasileira estão em muitos lugares.
E se os produtos são variados (em cores, tamanhos) os preços, então, são absurdamente distintos.
Numa loja de produtos esportivos, dentro de shopping, uma camisa custa 449 reais.
Numa rede global de varejo e de eletrodomésticos, a camisa é vendida por 49 reais.
Perguntar não ofende: você pagaria 449 reais (um quinto do valor do salário de um operário de fábrica ou atendente de loja) por uma camisa da seleção?
Ou você pagaria dez por cento do valor, mesmo não sendo “oficial”?
Ou nenhuma das duas e usar o dinheiro para comprar comida?
Reconhecimento
O médico ortopedista e presidente da Escola de Teatro Bolshoi do Brasil, Valdir Steglich, vai receber merecida homenagem.
A Câmara de Vereadores de Joinville vai lhe conceder o título de Cidadão Honorário.
A sessão especial será nesta quinta feira.
Pode ser
Do jornalista Thomas Traumann, no “Estúdio i” na GloboNews: “O NOVO poderá não ter candidato a presidente da República nas eleições deste ano.Os três Estados do Sul estão contratando a candidatura de Romeu Zema.
O NOVO da região Sul prefere Flávio Bolsonaro.
A senha: Zema foi desconvidado para um evento em Santa Catarina. Adriano Silva e van Hatten estão jogando este jogo. É o Sul contra Minas Gerais dentro do NOVO”.
Subiu no telhado
O projeto que termina com a escala de trabalho 6×1 subiu no telhado. O Congresso segurou a tramitação e nada indica que logo será votado. Na prática, o poderoso lobby empresarial está ganhando o round.
Mais ainda: surgiu outra proposta: a de autorizar horário flexível, pelo qual o trabalho e o salário seriam efetivados por hora, de acordo com as necessidades do empregador.
A ideia não poderia ser pior para o trabalhador.
Enquanto nada acontece, os trabalhadores continuam submetidos a não ter dois dias de descanso por semana.
FRASE
“É perigoso ter razão quando quem está no poder está errado”.
(Voltaire, escritor e filósofo francês no século 18)












