Não são apenas grandes construtoras com apetite e interesse em abocanhar parte dos negócios do mercado imobiliário da construção civil em Joinville.
Há outros players no jogo. A novidade da semana é a Anagê Imóveis, com décadas de tradição no ramo de intermediação imobiliária – venda e locação de imóveis.
A empresa passou a ser, também, incorporadora, e acaba de inaugurar seu primeiro empreendimento residencial localizado no bairro Santo Antônio, região Norte de Joinville.
Os negócios imobiliários na cidade estão em expressiva alta. No primeiro semestre do ano, o valor geral de vendas das transações realizadas pelas construtoras, soma R$ 1 bilhão. De janeiro a junho deste ano, o número de lançamentos foi 50 por cento superior ao total verificado em igual período do ano passado.
O total de imóveis destinados a clientes do Minha Casa, Minha Vida aumentou 33 por cento no período. E a valorização dos apartamentos chegou a 13 por cento, de acordo com levantamento feito pela Brain, a pedido do Sindicato da Construção Civil (SindusCon).
O valor médio dos imóveis negociados no primeiro semestre, em Joinville, foi de R$ 884 mil. Predominam apartamentos de dois quartos: eles representam 69 por cento dos lançamentos e dois terços das vendas.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.
Empresas investem mais de R$ 1 bilhão
O governador Jorginho Mello assinou, nesta semana, trinta novos contratos dos programas Prodec, Proemprego e TTD 489. As empresas que obtiveram o enquadramento anunciaram investimentos que somam R$ 1,2 bilhão em negócios de diferentes segmentos e instalados em todas as regiões do Estado. Juntas, as empresas devem criar 4.200 empregos.
As projeções da Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina mostram que estas companhias contempladas nesta última rodada do ano, vão aumentar o faturamento em R$ 26 bilhões até o ano de 2028.
Desde 2023, já foram contemplados 435 projetos empresariais, que geraram investimentos de R$ 30 bilhões e abriram 110 mil postos de trabalho.
Salário bom é prioridade dos jovens, diz pesquisa
Levantamento feito pelo Sesi e Senai, em todo o país, comprova: o que interessa é ter salário bom: 41 por cento dos jovens de 14 a 29 anos dizem que o valor do salário é determinante para entrar e permanecer no emprego.
Possibilidade de crescimento e de fazer carreira aparece com 21 por cento das respostas, e 20 por cento optaram por benefícios complementares.
E dois terços dos entrevistados preferem a jornada híbrida – home office e presencial.
Não há surpresa nenhuma: dinheiro é absoluta prioridade. Afinal, ninguém vive de expectativa. O levantamento foi feito com 1900 pessoas.
Feirão do emprego
A Tupy, de Joinville, está contratando trabalhadores para funções operacionais. O salário parte de R$ 2.358,00. O valor corresponde a pouco mais de um salário mínimo e meio. A empresa oferece benefícios. Os interessados têm de ter disponibilidade para trabalhar em turnos. E não precisam ter ensino fundamental completo.
Frase
“O governo é contra o projeto de lei que equipara facção com crime de terrorismo”.
Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais