Cláudio Loetz: Quem comprou a joinvilense Neogrid?

Você já ouviu falar do grupo Hindiana?

Pois foi ele, o grupo Hindiana, que comprou a Neogrid, empresa fundada por Miguel Abuhab, em Joinville, há muitos anos.

O grupo Hindiana é uma holding de investimentos focada em aporte de capital financeiro e humano em empresas inovadoras, principalmente de setores de tecnologia e varejo e cadeia de abastecimento.

O grupo atua há 26 anos e é ligado a Alfredo Vilela Filho, membro da família controladora do Banco Itaú. O empresário é vice-presidente da Itaúsa.

De acordo com fontes do mercado, com a transação, a Neogrid poderá sair da B3. Há cinco anos, a Neogrid fez uma IPO, operação para captar recursos junto ao mercado.

A Neogrid detém volume importante de informações econômicas e de consumo, com dados em ampla escala na cadeia de abastecimento em setores como varejo, indústria e distribuição.

Foto: Divulgação.

Mais vagas de trabalho

Sim, Joinville é ambiente de trabalho. Há mais de mil vagas em aberto. Só na Tupy há 200 disponíveis para funções operacionais

A multinacional joinvilense vai fazer feirão do emprego no dia 17 deste mês, na Associação Atlética Tupy.

O salário é de R$ 2.358,00. O valor é um pouco inferior a um salário mínimo e meio. Há benefícios: planos de saúde e odontológico, participação nos lucros e por assiduidade.

Lei pune o devedor contumaz

O presidente Lula sancionou a lei complementar 225/26, que cria o Código de Defesa do Contribuinte.
O eixo central do texto combate o devedor contumaz. Aquelas pessoas ou empresas que insistem em não pagar suas dívidas frequentemente: o conhecido caloteiro.

Como sabemos, há empresas que utilizam o artifício da inadimplência reiterada como artifício e estratégia de negócios.

No âmbito federal, é considerado devedor contumaz aquele devedor com inadimplência reiterada e injustificada e com débitos tributários irregulares ou iguais ou superiores a R$ 15 milhões e superiores a cem por cento do patrimônio conhecido.

Entre as punições estão:

  1. perda de benefícios fiscais e de determinados créditos tributários;
  2. proibição de participar de licitações e de firmar vínculos com o poder público.

Frase

“Ainda há 49,3 milhões de brasileiros com dinheiro esquecido nos bancos. O valor soma R$ 7,8 bilhões”.
(Assessoria de imprensa do Banco Central)

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília – Foto: Agência Brasil/Divulgação.

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