Há mais de uma década, os joinvilenses convivem com a escuridão. Ruas sem nenhuma iluminação. Ruas com postes de luz apagada. Ruas no breu. Povo com medo. Povo assustado. Andar de noite, em dezenas e dezenas de vias públicas é (ainda) bem mais do que um desconforto: é perigoso.
Com ruas escuras, assaltantes se aproveitam para praticar crimes.
Essa humilhação coletiva tende a diminuir. Talvez acabar.
Com assinatura da parceria público-privada (PPP), empresa privada vai operar todo o sistema de iluminação pública em Joinville, por 22 anos e investimentos previstos de R$ 387 milhões. O trabalho deve acender 62 mil pontos de iluminação nas ruas da cidade. E garantir a instalação de mais 10 mi ovos pontos ao longo deste período.
Os recursos virão da Cosip, que já é descontada mensalmente dos contribuintes.
É esperar e conferir.

A história da tornozeleira
Em 1977, o juiz Jack Love estava assistindo a série “Spiderman”, no Estado de Novo México, Estados Unidos.
Em um dos episódios viu o vilão Rei do Crime colocar um bracelete no herói da série, e isso impedia o herói de se movimentar livremente.
Love imaginou que a ideia poderia ser adaptada ao mundo real da Justiça. E em 1983 foram feitos os primeiros testes.
No Brasil, a iniciativa só chegou a partir das aprovação do projeto de lei 1288/2007. Desde então, a monitoração eletrônica foi inserida na Lei de Execuções Penais para evitar que presos tentem fugir.
Mesmo aqueles que usam ferro de solda.

Prêmio Nacional
Vai até dia 5 de dezembro o prazo para interessados se inscrever no prêmio Nacional de inovação. Podem se candidatar empresas, pesquisadores e ecossistemas de inovação.
As inscrições devem ser feitas neste site.
Prévia do horror
As longas filas nas BR-101 Norte e 280, durante o feriado do Dia da República, são o aviso do que está por vir no verão catarinense.
Congestionamentos gigantes, acidentes, testes de paciência e perda de tempo nas estradas.
A queixa já vem de muitos e muitos anos. Nada se faz. Os nossos políticos, os representantes do povo, não conseguem destravar orçamentos.
Ruim para a competitividade empresarial e pior para o cidadão que espera o verão para ter dez dias de férias nas praias.
Frase
“O Brasil empurra as empresas para o Paraguai”.
(Luciano Hang, da Havan, sobre diferenças tributárias entre os dois países)














