Cláudio Loetz: Fiat Lux. Agora vai?

Há mais de uma década, os joinvilenses convivem com a escuridão. Ruas sem nenhuma iluminação. Ruas com postes de luz apagada. Ruas no breu. Povo com medo. Povo assustado. Andar de noite, em dezenas e dezenas de vias públicas é (ainda) bem mais do que um desconforto: é perigoso.

Com ruas escuras, assaltantes se aproveitam para praticar crimes.

Essa humilhação coletiva tende a diminuir. Talvez acabar.

Com assinatura da parceria público-privada (PPP), empresa privada vai operar todo o sistema de iluminação pública em Joinville, por 22 anos e investimentos previstos de R$ 387 milhões. O trabalho deve acender 62 mil pontos de iluminação nas ruas da cidade. E garantir a instalação de mais 10 mi ovos pontos ao longo deste período.

Os recursos virão da Cosip, que já é descontada mensalmente dos contribuintes.

É esperar e conferir.

Foto: Divulgação.

A história da tornozeleira

Em 1977, o juiz Jack Love estava assistindo a série “Spiderman”, no Estado de Novo México, Estados Unidos.

Em um dos episódios viu o vilão Rei do Crime colocar um bracelete no herói da série, e isso impedia o herói de se movimentar livremente.

Love imaginou que a ideia poderia ser adaptada ao mundo real da Justiça. E em 1983 foram feitos os primeiros testes.

No Brasil, a iniciativa só chegou a partir das aprovação do projeto de lei 1288/2007. Desde então, a monitoração eletrônica foi inserida na Lei de Execuções Penais para evitar que presos tentem fugir.

Mesmo aqueles que usam ferro de solda.

Em um vídeo divulgado pela Polícia Federal, Bolsonaro diz que “meteu ferro” no equipamento, “por curiosidade” (Foto: Reproduçãp/Seape-DF/PF)

Prêmio Nacional

Vai até dia 5 de dezembro o prazo para interessados se inscrever no prêmio Nacional de inovação. Podem se candidatar empresas, pesquisadores e ecossistemas de inovação.

As inscrições devem ser feitas neste site.

Prévia do horror

As longas filas nas BR-101 Norte e 280, durante o feriado do Dia da República, são o aviso do que está por vir no verão catarinense.

Congestionamentos gigantes, acidentes, testes de paciência e perda de tempo nas estradas.

A queixa já vem de muitos e muitos anos. Nada se faz. Os nossos políticos, os representantes do povo, não conseguem destravar orçamentos.
Ruim para a competitividade empresarial e pior para o cidadão que espera o verão para ter dez dias de férias nas praias.

Frase

“O Brasil empurra as empresas para o Paraguai”.
(Luciano Hang, da Havan, sobre diferenças tributárias entre os dois países)

Foto: Divulgação.

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