Será nesta quinta-feira, 30 de janeiro, o leilão para concessão dos serviços de iluminação
pública em Joinville. A iniciativa é da prefeitura de Joinville. O evento será realizado na
Bolsa de Valores de São Paulo – a B3 – em São Paulo.
Há vários interessados na parceria público privada. O valor do negócio soma R$ 556,24
milhões. Os recursos virão da cobrança da Cosip, que é um valor descontado mensalmente
na própria conta de luz dos moradores da cidade.
O prazo da concessão ao ganhador do leilão é de 22 anos.
O prefeito Adriano Silva tem interesse em privatizar vários equipamentos públicos. O
Centreventos Cau Hansen já está sob gestão do Instituto Festival de Dança há vários
meses.
Estão na fila o Mercado Público Municipal, a Cidadela Cultural Antarctica, a Arena Joinville,
por exemplo.
Saberemos nesta quinta feira qual empresa terá a responsabilidade de melhorar a
qualidade da iluminação nas ruas de Joinville. A queixa sobre falta de luz ou de iluminação
precária em todas as regiões do município é coisa bem antiga.

Joinville precisa de parques públicos
Está autorizado o início das obras do Parque Linear Porto Cachoeira. O local terá 12.700
metros quadrados. Os trabalhos estão orçados em R$ 4,3 milhões e serão feitos pela
Construtora Fortunato.
O equipamento será instalado próximo ao antigo cais da cidade, na região do atual mercado
público, nas margens do Rio Cachoeira.
A iniciativa é positiva é o primeiro passo no sentido de viabilizar caminhada e lazer na
cidade.
Mas Joinville necessita de parques públicos de dimensões condizentes com o tamanho da
cidade para propiciar lazer para as famílias e convívio ao ar livre para a população.

Porto sustentável
O Porto Itapoá aderiu ao pacto pela sustentabilidade, uma iniciativa do Ministério de Portos
e Aeroportos.
O porto privado atua, inclusive, com 20 caminhões movidos a energia elétrica e que
reduzem 2 mil toneladas de carbono por ano.
Preços nas alturas
Os preços dos alimentos estão assustando a todos. Inclusive o governo federal, que já não
consegue mais viabilizar a promessa de campanha eleitoral de garantir carne para a
população mais pobre.
A ideia é diminuir os custos para as empresas que fornecem refeição – vale refeição. É
pouco para a dimensão do problema. Problema que vai aumentar, principalmente na
questão política daqui até às eleições de 2026.

Frase
“Arroz, feijão e Hortifruti serão estimulados” – Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, falando sobre apoio do governo aos produtores rurais
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