Ação cumpriu 16 ordens judiciais e mira grupo suspeito de envolvimento em roubos a residências e estabelecimentos comerciais
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta terça-feira, 11, a segunda fase da Operação Rota Interrompida, que investiga um grupo suspeito de praticar roubos a residências e estabelecimentos comerciais em Joinville. A ação resultou na prisão de cinco investigados e no cumprimento de 16 ordens judiciais.
A operação foi conduzida pela Delegacia de Repressão a Roubos (DRR) de Joinville, com apoio da Polícia Penal de Santa Catarina. Segundo a investigação, parte dos crimes era articulada por integrantes da organização criminosa que permaneciam no sistema prisional.
Durante as diligências na Penitenciária Industrial de Joinville, policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na cela de um dos investigados, apontado como responsável por comandar parte das ações criminosas de dentro da unidade. No local, foram apreendidos um smartwatch, substâncias entorpecentes e chips de telefonia móvel. Também foi cumprido um mandado de prisão contra o suspeito.
Outro mandado de busca e apreensão foi executado no Presídio Regional de Joinville.
Segundo a Polícia Civil, os cinco presos são investigados por participação em roubos praticados em diferentes ocasiões contra residências e estabelecimentos comerciais, com o uso de armas de fogo, grave ameaça e violência contra as vítimas.
Operação teve primeira fase em julho
A primeira fase da Operação Rota Interrompida foi realizada em 29 de julho e terminou com a prisão de 13 pessoas. Com as cinco prisões desta terça-feira, a investigação soma 18 suspeitos presos nas duas etapas da operação.
De acordo com o delegado Murillo Batalha, responsável pelo caso, a Delegacia de Repressão a Roubos tem intensificado as ações de combate à criminalidade violenta em Joinville, com foco na identificação e responsabilização de grupos organizados envolvidos em crimes patrimoniais.
Segundo a Polícia Civil, a operação integra uma série de ações voltadas ao enfrentamento de organizações criminosas responsáveis por roubos violentos no município, incluindo suspeitos que continuam atuando mesmo estando presos.
A corporação também reforçou que informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas, de forma anônima, pelo telefone 181. O sigilo é garantido.












