A prefeitura de Joinville mudou as regras de avaliação de desempenho dos servidores públicos. Há mais de 14 mil servidores municipais. A grande maioria alocados nos setores de saúde e educação. Do total, pouco mais de 500 são comissionados.
Agora, a prefeitura implementa regramento oficializado pela lei 266/2008, que prevê, entre outras coisas, a extinção da diferenciação por categoria funcional..
Também impõe maior rigor e clareza dos critérios de avaliação.
O número de itens a serem avaliados sobe de dez para quatorze.
E está sendo implantada a avaliação 360 para gestores (coordenadores, gerentes, diretores e secretários).
É o modelo já tradicionalmente adotado pelas empresas, há décadas. Ao aproximar a forma de avaliação nas diversas instâncias do serviço público municipal com a já conhecida prática da iniciativa privada, a prefeitura de Joinville busca mais eficiência e maior entrega de serviços aos moradores de Joinville.
Certamente, a adaptação será complicada neste início do processo: sempre há resistências quando surgem transformações da forma de fazer e agir.

A vez dos velhinhos
O mercado e os negócios para a terceira idade vão crescer exponencialmente. O bônus demográfico já foi perdido e a população de mais de 60 anos de idade vai aumentar bastante. Razões não faltam: melhores condições para cuidar da saúde, tecnologias variadas a facilitar a longevidade, conscientização da necessidade das pessoas mais jovens em se preparar para a velhice.
Neste contexto, está surgindo em Joinville, um projeto de condomínio residencial destinado aos que têm mais de 60 anos.
A iniciativa é da Vittaros Empreendimentos.
O condominio-clube terá moradias, serviços integrados, enfermagem, segurança.
O empreendimento deverá ser seguido na região do Parque Hemero e próximo ao Garten Shopping.
O futuro da região Norte
No dia 30 de março a Acij promove o vento “O Norte encontra o Norte”. Durante todo o dia especialistas e políticos vão analisar diferentes aspectos da realidade e as perspectivas de expansão dos 15 municípios da região Norte de Santa Catarina.
Em questão, painéis sobre elaboração de projetos e captação de investimentos; cenários e oportunidades para investimentos; efeitos da reforma tributária na arrecadação dos municípios, entre outros assuntos.
Em ano eleitoral, o governador Jorginho Mello fará a fala de encerramento.
Frase
” O conflito no Oriente Médio altera os planos comerciais para a região. Indústrias e instituições , como a FIESC, devem mirar os mercados regionais, trabalhando de forma mais ativa os negócios com países próximos, como Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia”.
Maria Teresa Bustamante, presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc















