A prefeitura de Joinville promove, nesta terça-feira, 10 de fevereiro, audiência pública para apresentar e debater anteprojeto para tentar revitalizar a região do Centro de Joinville.
Como é amplamente visível, a região central do município está deteriorado e esvaziado há mais de 15 anos, no mínimo.
Nesta terça-feira será apresentado o Estudo de Impacto de Vizinhança sobre uma pretendida criação de Operação Consorciada Urbana Viva Joinville.
A OUC, se for implantada, modificará o atual regime urbanístico da região do Centro da cidade. Claro que os empreendedores terão de aderir. E só o farão se tiver compensações financeiras. O Centro de Joinville pertence a poucas famílias tradicionais, ricas e poderosas.
Um dos objetivos da OUC é transformar a outorga onerosa de direito de construir, em contrapartida, de benfeitorias e incentivos fiscais.
Duas metas estão postas: Estimular usos econômicos e atividades econômicas novas, tanto em serviços, como no comércio e em áreas de lazer. Outra perspectiva é aumentar o número de moradores no Centro de Joinville. Atualmente, o número de habitantes é pequeno porque falta segurança e os espaços são velhos e mal cuidados.
A OUC Viva Joinville tem o Rio Cachoeira como eixo, em perímetro de cinco quilômetros,
abrangendo os bairros Saguaçú, Centro, Bucarein, América, Anita Garibaldi e Boa Vista.
O imaginado “retrofit” da área central de Joinville é um sonho antigo.
Como sonhar não é pecado, vamos imaginar esta região toda revitalizada conforme o modelo do Porto Madero, em Buenos Aires?

ExpoGestão
Os organizadores de um dos mais importantes eventos de gestão corporativa vão apresentar as atrações deste ano nesta quinta-feira, dia 12, na véspera dos dias de Carnaval.
Neste ano, a ExpoGestão será em maio, na Expoville.
Só para os muito ricos
O mercado imobiliário de alto luxo já não está apenas nas capitais. Em Santa Catarina, por exemplo, Balneário Camboriú, Itajaí e Joinville atraem empreendedores e clientes de elevado potencial financeiro.
O diretor de Lançamentos da Anagê Imóveis, Rafael Machado, analisa: “este público pede alto nível de personalização, maior privacidade, imóveis de circulação controlada e localizados em bairros de baixa densidade”.
De acordo com o profissional, os apartamentos mais caros em Joinville, são:
- Edifício Ete – R$ 17 milhões – construtora Daxo – 734 metros quadrados
- Edifício Hyde – R$ 12 milhões – construtora Axia – 473 M2
- Edifício San Thiago – construtora Daxo – R$ 8 milhões – 545 M2
- Edifício ONE – construtora Plaenge – R$ 6,5 milhões – 383 M2
- Edifício Opera – construtora Halsten – R$ 4,5 milhões – 261 M2.
Frase
“Vou ouvir todos os setores, com equilíbrio e responsabilidade”.
Hugo Motta, presidente da Câmara de Deputados, ao apresentar projeto na Comissão de Constituição e Justiça, sobre o fim da escala de trabalho 6×1.















